• Políticas Educacionais em Ação - Número 12
    A oportunidade nos Anos Finais do Ensino Fundamental  A promulgação da Constituição Federal de 1988 foi imprescindível para o forte movimento de expansão e universalização da educação que o Brasil experimentou nas últimas décadas. Entretanto, esta universalização não se traduziu em qualidade do ensino, já que os indicadores de desempenho educacional brasileiro não têm melhorado na mesma proporção que os indicadores de acesso. Os resultados do IDEB obtidos entre 2005 e 2019 não são muito animadores: enquanto batemos todas as metas nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, os Anos Finais têm ficado para trás, ao lado do Ensino Médio que avançou recentemente depois de anos de estagnação. Quando comparados diretamente aos próprios países da OCDE através do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA), exame internacional que avalia o desempenho acadêmico em leitura, matemática e ciências de jovens de 15 anos em cerca de 70 países, também não estamos bem. Esses resultados são apenas a ponta do iceberg e nos alertam para um problema educacional grave que começa nos Anos Finais do Ensino Fundamental e se estende até o fim do Ensino Médio brasileiro. É sobre esse tema o 12º documento da série Políticas Educacionais em Ação.
  • Políticas Educacionais em Ação - Número 11
    Prioridades na Educação Infantil Esta edição da série Políticas Educacionais em Ação apresenta as evidências da importância de garantir a qualidade da Educação Infantil, uma vez que a primeira infância é uma fase fundamental do desenvolvimento. Os autores discorrem sobre o tema para além da questão do acesso, através de argumentos que comprovam que nem toda vaga ofertada em creches e pré-escolas trará benefícios ao desenvolvimento da criança. Dessa forma, são discutidos os caminhos para a excelência nesta etapa da educação, que requere ferramentas de avaliação, sobretudo focadas em processos, que auxiliem diretores e gestores a terem um panorama da realidade da Educação Infantil, e, então, possibilitem um planejamento eficaz das políticas educacionais a serem implementadas.
  • Informe assinado por Rafael Parente
    Criatividade na Educação Este documento aborda, por meio de evidências de pesquisas, a importância de uma das competências gerais da BNCC, "Pensamento científico, crítico e criativo", e os benefícios que esta promove sobretudo para a formação de crianças e jovens do século XXI. Além de desmistificar a Criatividade apenas como uma aptidão nata inerente àqueles considerados geniais, o autor apresenta formas de desenvolver o potencial criativo dos estudantes dentro do ambiente escolar, a partir de um panorama de como essa política educacional é implementada tanto no Brasil, quanto em outros países. Rafael Parente, autor do documento, é CEO da BEI Educação e ex-secretário de educação do Distrito Federal.
  • Políticas Educacionais em Ação - Número 10
    Gestão Escolar: evidências de pesquisa em diálogo com a prática de diretores Esta edição da série Políticas Educacionais em Ação mostra, a partir de evidências empíricas, que a gestão escolar, logo atrás do trabalho docente, está entre os principais fatores escolares que impactam o resultado de aprendizagem dos alunos, ainda que indiretamente. Nesse sentido, embora a origem social dos alunos seja um fator importante na definição das suas oportunidades e trajetórias educacionais, o trabalho indica que existem ações capazes de minimizar este efeito, ofertando de forma mais equitativa a educação escolar. Dentre os efeitos positivos do trabalho dos gestores escolares, destaca-se a construção de um ambiente favorável para a permanência dos professores na escola, a implementação de ações voltadas à melhoria do ensino e da aprendizagem, o diálogo com a comunidade escolar, etc.
  • Políticas Educacionais em Ação - Número 9
    Boas Práticas de Alfabetização Esta edição da série Políticas Educacionais em Ação tem como objetivo chamar atenção para os elementos essenciais do processo de alfabetização, que, trabalhados com competência pelos docentes, aumentam consideravelmente as chances de sucesso escolar dos alunos. Nesse contexto, o trabalho mostra como o uso da Ciência no processo de ensino é condição para que os alunos aprendam a escrever e a ler com fluência. Para que políticas educacionais eficazes sejam implementadas, é crucial que gestores de escolas e redes de ensino, assim como os docentes, passem a estudar o que a Ciência preconiza.

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