• Políticas Educacionais em Ação - Número 14
    Educação híbrida: reflexões para a educação pós-pandemia A 14ª edição da série Políticas Educacionais em Ação traz uma reflexão sobre o que esperar da educação pós-pandemia. O documento defende a ideia de uma Educação Híbrida que considere as definições do Ensino Híbrido, enfatize a participação de todos os atores envolvidos e o redesenho das combinações possíveis de espaços, tempos e metodologias para oferecer melhores experiências de aprendizagem, e contemple as diferentes realidades do país, considerando propostas com e sem o uso de tecnologias digitais. Quanto ao método, o texto pontua sobre 3 pontos principais: os aspectos fundamentais para que a educação híbrida atinja todo o seu potencial, os modelos de implementação que podem ser organizados em diferentes cenários e a formação dos educadores para que a educação híbrida possa ser organizada de forma equilibrada, coerente e abrangente. Data de publicação: abril/2021
  • Políticas Educacionais em Ação - Número 13
    Educação Profissional e Técnica no Brasil: considerações sobre o nível médio O 13º documento da série Políticas Educacionais em Ação analisa a importância dos programas de ensino ligados à educação técnica e ao treinamento profissional como formas mais rápidas de elevar o capital humano voltado para o mercado de trabalho. Esses programas (de forma subsequente ao nível médio, integrada ou concomitante) devem gerar benefícios aos seus participantes de forma a aumentar a produtividade e incentivar uma inserção mais qualificada ou mesmo garantir a permanência no mercado de trabalho. Tais benefícios podem se refletir na maior probabilidade individual de conseguir um emprego ao término do nível médio, bem como na possibilidade de garantir uma ocupação com maior qualidade e retorno salarial.  Data de publicação: março/2021
  • Políticas Educacionais em Ação - Número 12
    A oportunidade nos Anos Finais do Ensino Fundamental  A promulgação da Constituição Federal de 1988 foi imprescindível para o forte movimento de expansão e universalização da educação que o Brasil experimentou nas últimas décadas. Entretanto, esta universalização não se traduziu em qualidade do ensino, já que os indicadores de desempenho educacional brasileiro não têm melhorado na mesma proporção que os indicadores de acesso. Os resultados do IDEB obtidos entre 2005 e 2019 não são muito animadores: enquanto batemos todas as metas nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, os Anos Finais têm ficado para trás, ao lado do Ensino Médio que avançou recentemente depois de anos de estagnação. Quando comparados diretamente aos próprios países da OCDE através do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA), exame internacional que avalia o desempenho acadêmico em leitura, matemática e ciências de jovens de 15 anos em cerca de 70 países, também não estamos bem. Esses resultados são apenas a ponta do iceberg e nos alertam para um problema educacional grave que começa nos Anos Finais do Ensino Fundamental e se estende até o fim do Ensino Médio brasileiro. É sobre esse tema o 12º documento da série Políticas Educacionais em Ação. Data de publicação: dezembro/2020
  • Políticas Educacionais em Ação - Número 11
    Prioridades na Educação Infantil Esta edição da série Políticas Educacionais em Ação apresenta as evidências da importância de garantir a qualidade da Educação Infantil, uma vez que a primeira infância é uma fase fundamental do desenvolvimento. Os autores discorrem sobre o tema para além da questão do acesso, através de argumentos que comprovam que nem toda vaga ofertada em creches e pré-escolas trará benefícios ao desenvolvimento da criança. Dessa forma, são discutidos os caminhos para a excelência nesta etapa da educação, que requere ferramentas de avaliação, sobretudo focadas em processos, que auxiliem diretores e gestores a terem um panorama da realidade da Educação Infantil, e, então, possibilitem um planejamento eficaz das políticas educacionais a serem implementadas.   Data de publicação: dezembro/2020
  • Informe assinado por Rafael Parente
    Criatividade na Educação Este documento aborda, por meio de evidências de pesquisas, a importância de uma das competências gerais da BNCC, "Pensamento científico, crítico e criativo", e os benefícios que esta promove sobretudo para a formação de crianças e jovens do século XXI. Além de desmistificar a Criatividade apenas como uma aptidão nata inerente àqueles considerados geniais, o autor apresenta formas de desenvolver o potencial criativo dos estudantes dentro do ambiente escolar, a partir de um panorama de como essa política educacional é implementada tanto no Brasil, quanto em outros países. Rafael Parente, autor do documento, é CEO da BEI Educação e ex-secretário de educação do Distrito Federal.   Data de publicação: dezembro/2020

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